Pernilongos

Poxa vida! O verão nem chegou ainda, e os pernilongos já estão quase carregando a gente!

Bastou dar uma esquentadinha que eles chegaram com força total.

E aí o cuidado com meus babies tem que ser redobrado: não posso piscar que eles atacam, daí taco protetor neles, ficam buzuntados de loção, mas é o jeito!

Deixo luz acesa, coloco remédio quando saímos, uso de todos os artifícios...

Graças a Deus meus filhotes não são alérgicos - pois eu tô me coçando toda. Fiquei até com algumas feridinhas na canela e braços. Uma chatisse. Seguem aí algumas dicas pra se livrar desses coisinhas pequeninhas que zoam nossos ouvidos e levam nosso sangue...



"Os mosquitos são insetos da Ordem Diptera, pertencentes à Família Culicidae, conhecidos também como pernilongos, muriçocas ou carapanãs. Os adultos são alados, possuem pernas e antenas longas e na grande maioria são hematófagos, enquanto as fases imaturas são aquáticas.
Seu ciclo biológico compreende as seguintes fases: ovo, quatro estádios larvais, pupa e adulto.
As larvas de mosquitos são aquáticas, do tipo vermiforme e com coloração variando entre o branco sujo, esverdeado, avermelhado ou mesmo enegrecido. As larvas possuem aparelho bucal mastigador-raspador adaptadas à trituração de alimentos. Possuem sifão respiratório localizado no último segmento abdominal, no qual se abrem os espiráculos.
As pupas são móveis e possuem o aspecto de vírgula. Ficam normalmente paradas junto a superfície da água e se movimentam ativamente quando perturbadas.
A forma adulta, que compreende a fase alada, depende da ingestão de carboidratos para o aumento da atividade metabólica e conseqüente longevidade. Somente as fêmeas são hematófagas, sendo que o repasto sangüíneo está intimamente relacionado ao desenvolvimento dos ovos. Por sua vez, o repasto sangüíneo pode também contribuir para aumentar a longevidade das fêmeas.
O gênero Aedes compreende numerosas espécies. A espécie A. aegypti é a principal transmissora da febre amarela nas cidades, sendo originária da África, provavelmente tendo sido trazida para América logo após o descobrimento.
Aedes albopictus é um mosquito exótico, ocorre normalmente em áreas de clima temperado e tropical na Região Oriental, na Austrália, na Nova Guiné, nas Ilhas Mariane, Havaianas, Bonin e Mauricius, em Madagascar, no Oeste do Irã e Japão. Foi pela primeira vez encontrado no Brasil em maio de 1986 nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Sua distribuição, no Brasil, ainda é associada à presença do homem, utilizando os criadouros propiciados pela atividade humana. Contudo é um mosquito que se espalha com facilidade no ambiente rural, semi-silvestre e silvestre, não dependendo dos locais de grande concentração humana. É comumente encontrado nas áreas onde a população humana é escassa, nas bocas de matas e plantações. A. albopictus é diurno, muito eclético quanto ao hospedeiro, sendo o homem e as aves suas vítimas mais freqüentes; comparece muito ao domicílio humano, mas é muito mais comum no peridomicílio; seus ovos são resistentes à dessecação e sua densidade é diretamente influenciada pelas chuvas. Esta espécie é vetora natural do dengue em áreas rurais, suburbanas e urbanas na Ásia, com comprovada ocorrência como transmissor do vírus. No Brasil, a espécie ainda não foi incriminada como vetor da dengue, mas demonstra alta susceptibilidade e capacidade de veicular a doença em testes de laboratório.
Os espécimes adultos do gênero Culex variam de pequeno a grande porte e tem coloração geral marrom ou enegrecida, possuem hábitos noturnos ou crepusculares, atacam o homem (antropofílicos) e uma enorme variedade de animais, principalmente aves. Seus ovos não são resistentes à dessecação e são depositados em conjuntos em forma de “jangadas” flutuantes, mas há exceções à esta regra.
Os criadouros preferenciais são depósitos artificiais, no solo ou em recipientes, com água estagnada rica em matéria orgânica em decomposição e detritos, de aspecto sujo e mal cheirosa.
Principalmente a espécie C. quinquefasciatus é a vetora primária da filariose bancroftiana (W. bancrofti) no Brasil, além de arboviroses, sendo considerada uma espécie extremamente importante em regiões endêmicas.
O uso de produtos registrados e de comprovada eficiência no controle populacional de mosquitos, junto a recomendações complementares, fornecidas por nossos técnicos, garantem além do controle eficaz, segurança para aplicadores, moradores, hospedes, visitantes, funcionários, alunos, enfim, freqüentadores do imóvel em questão, devido à sua baixa toxicidade ao homem e a animais domésticos de sangue quente. Produtos domissanitários de última geração utilizados por nossa empresa, tais como os com solventes a base de água, os microencapsulados e os larvicidas biológicos, são eficientes, possuem bom efeito residual e são praticamente inodoros, pois não utilizam solventes aromáticos em suas formulações.

Métodos de controle
Com produtos domissanitários como os com solventes a base de água, os microencapsulados e os larvicidas biológicos. São eficientes na pulverização e atomização geral.
Defensivos domissanitários a serem utilizados no controle e prevenção de pernilongos"


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