sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A TV destrói relacionamentos

Você conhece alguém que já se queixou de não ter tempo para os filhos?
Conhece alguma esposa que reclama que o marido só tem olhos pra televisão?
Conhece algum marido que não aguenta mais a noveleira que tem por esposa?
Você tem visto como aumentou o número de crianças obesas que não brincam mais?
Pois a culpa disso tudo é, em muitos casos, da TV. Sim, a TV destrói relacionamentos e saúde, pois tem quem passe todo o dia de frente para ela, e quem nem tem tempo pra mais nada e pra ninguém porque está preso a ela.
Abaixo a perda de tempo gasto com a futilidade!
Abaixo o péssimo hábito de ficar horas vendo TV!

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2 comentários:

Historiador do cotidiano disse...

Olá Viviane,

Enquanto jornalista, lamento o mal uso da televisão... mas lamento mais ainda não podermos simplesmente jogar fora os aparelhos devido à importância que eles têm.

A televisão ela é quase tão democrática quanto o rádio: você não precisa saber ler, ou escrever, para ver aquele repórter A ou B lhe informar que agora você tem direitos X ou Y.

Ela penetra tanto na nossa intimidade, que eu mesmo já vi pessoas responderem "boa noite" aos âncoras dos telejornais.

É uma realidade difícil. Vejamos a televisão enquanto entretenimento... a questão lúdica de sobrevivermos ao dia-a-dia: nem todo mundo tem um cotidiano do qual se orgulha plenamente, então a televisão passa a ser uma válvula de escape.

É muito complicado tudo isso. Ela pode ser geradora de discórida - enquanto não há o diálogo nem o crescimento social - mas pode também ser geradora de funções sociais aproximantes.

Existem alguns teóricos das ciências da comunicação (ou "comunicólogos") que estudaram a comunicação de massa e afirmam até que toda ela deveria deixar de existir.

Eu tenho secretas esperanças que, com a inserção da televisão digital, possamos ter um controle maior sobre o controle remoto. Hoje em dia as pessoas se agendam para assistir televisão (ver Teoria do agendamento para maiores detalhes). No futuro espero que consigamos controlar melhor nosso tempo: se tem um programa televisivo imperdível (algo relacionado à saúde, por exemplo) e não vai ter ninguém em casa para assistir, você programa (e grava) e assiste depois com a família reunida. Já em contrapartida se for algo de interesse profissional que só importa a você, basta gravar e assistir num dia/hora que não atrapalhe as atividades familiares.

Mas não apenas esses problemas diretos, a televisão (e todo meio de comunicação de massa) costuma desenvolver técnicas incrivelmente eficazes de mensagens subliminares, mas aí já é material para outro texto.
rs rs rs

stock picking disse...

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