VENCEDORA DO CONCURSO DA UNESCO É COLEGUINHA


"Pessoas se surpreendem quando descobrem que não sou idiota, fútil"


Cuidado mulheres, pois a história que segue pode causar ataques de inveja. Uma das belas assistentes de palco do programa Caldeirão do Huck, da TV Globo, acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) por uma redação sobre “Como vencer a pobreza e a desigualdade”. O texto de Clarice Zeitel foi considerado pela Unesco um dos cinco melhores, num universo de 50 mil concorrentes, todos estudantes universitários brasileiros.

Dançarina não quer seguir carreira artística

Clarice, que em julho conclui o curso de direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), conta que foi trabalhar no programa de Luciano Huck por acaso e que seu sonho é ser defensora pública. “Eu conheci a Bananinha (Dani Bananinha, outra dançarina do programa) e ela me indicou para trabalhar no Caldeirão, pois achou que eu tinha o perfil. Não sou dançarina profissional e não penso em seguir carreira artística. Agora que estou me formando, vou virar concurseira. Quero ser defensora pública”, explica. O feito da dançarina, que tem 26 anos, pode surpreender o grande público, mas não chega a ser um ponto fora da curva em sua vida, já que sempre foi estudiosa. Na época do vestibular, por exemplo, ela tirou nota 10 em redação e foi procurada por jornais para que seus textos pudessem ser publicados.

Caldeirão deve ficar fora do currículo

Clarice garante que o prêmio ganho vai para o currículo de advogada, mas não diz o mesmo de sua experiência no Caldeirão. “Acho que as bancas de concurso não veriam com bons olhos se eu colocasse que sou assistente de palco do Huck no meu currículo, mesmo que fosse nas atividades extracurriculares”, brinca ela, garantindo que foi tranqüilo conciliar faculdade e trabalho na TV, porque as gravações acontecem somente uma vez por semana. A candidata a defensora pública conta que muita gente fica surpresa com suas conquistas. “Eu percebo, sim, que algumas pessoas se surpreendem quando conversam comigo e veêm que eu penso, que eu não sou uma ‘idiota’, que não sou fútil”, diz a bela-inteligente, que, diga-se de passagem, está comprometida.

A redação de Clarice, intitulada ‘Pátria Madrasta Vil’, foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso.

A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.Fonte: G1

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