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Mostrando postagens de 2011

Gratidão

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Às vezes a carga de cobranças e pressões que enfrentamos é tão demasiadamente grande, que a vida pode até parecer se tornar um fardo, um infindável arrastar de correntes, uma busca de realizações cercada pelo temor da possível frustração. A solução pode estar em ser mais leve em tudo e, valorizar as coisas mais simples do nosso cotidiano, voltar à essência, às primeiras descobertas. Deixar de lado tantos apelos para sermos como as “photoshopadas” das capas de revista, e nos sentirmos fracassadas por não termos nosso dia como nos comerciais de margarina. É preciso voltar-se mais ao Criador.
Queremos ser excelentes em tudo. E estamos certos. Mas devemos ter nosso limite. Não somos dotadas de super poderes pra querer em 24 horas realizarmos tanta coisa. É preciso priorizar. É preciso escolher a que nos dedicaremos e fazê-lo de todo o nosso coração, com qualidade e vontade de fazer.
Trabalho entre 08 e 10 horas por dia, que dependendo do trânsito se transformam em até 12 horas de dedicaçã…

Amigo de ocasião

Dia 20 comemoramos o Dia do Amigo e estava refletindo sobre as pessoas que passam pela nossa vida...
Amigo de ocasião ou mais diretamente, por conveniência? É. É difícil aceitar, admitir e principalmente, conviver com eles. Mas como assim? Não se espante. Nem fique muito admirado, pois talvez você também seja amigo (ou considerado por alguém) apenas por algum interesse repentino, ou mesmo durador. 
Tem gente que de cara a gente se identifica, tem traços que nos são agradáveis, com elas nos sentimos seguros, aprendemos ou simplesmente recebemos tanta energia boa que gostamos de estar perto delas, essas afinidades crescem e quando nos damos conta estamos cada vez mais próximos e laços de amizade são notáveis, inseparáveis. Passamos o máximo de tempo juntos – mesmo que isso signifique alguns minutos, e realmente gostamos dessas pessoas, se a correria do dia-a-dia nos afasta um pouco, dói, mas basta passarmos alguns minutos ao telefone ou passar um pelo outro que a cumplicidade reacende e h…

Vida em Reforma

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Meu sumiço por aqui não é falta de tempo, apesar dele estar sempre escasso, nem falta do que dizer, pois os pensamentos movimentam-se intensa e freneticamente em minha cabecinha. Mas é falta de foco, de direção, de descisão. Não quero sair por aí derrubando pra todos os lados as coisas que sinto e penso, preciso pensar mais que falar, e agir também, e principalmente.
Queria (aliás, quero, pois é pra frente que se anda), mudar meu corpo e meu comportamento. Já mudei muito, só que nem toda mudança é benéfica. Meu corpo, por exemplo, após a gravidez do Samuel mudou pra pior, ganhou contornos recheados de flacidez e gordura localizada (a dieta dos pontos e 2 horas diárias de academia são meus melhores amigos no momento, planos com data: a partir de amanhã, quando tenho avaliação física, que promete ser assustadoramente reveladora).
Nossa vida e relacionamentos também mudam, e quase sempre pra pior. Lembra quando você era novo, com menos resposabilidades e podia se dar ao luxo de dormir até …

PACIENCIA

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No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.

Ela disse:

Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?

Mas, outra vez Melissa pediu:
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:
- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria …

Flexibilidade do Bambú

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Conhecer a si mesmo é, se não a maior, uma das maiores riquezas. Eu não me conheço tanto quanto deveria ou tão profundamente quanto quero. Estou buscando.

Sei que falo demais, às vezes (muitas) sem pensar e na hora errada. Acabo dando bom dia pra cavalo. Eu penso alto e rápido demais, diz o Augusto Cury que é a tal Síndrome do Pensamento Acelerado. Não consigo parar de pensar, tenho dificuldade de organizar meus pensamentos pra passar ao meu interlocutor exatamente o que eu quero que ela entenda. Eu engulo palavras e falo muito rápido, deixando perder o sentido coisas que queria mais pessoalidade. É difícil me conter... Até dirigindo, rrrsssss.

Mudar, adaptar. Ser flexível. Tem gente que adora meu jeito falante (ainda bem!), mas tem aqueles que acham que é afetação, vontade de aparecer e etc. Pra viver bem com os diversos tipos de pessoas, estou aprendendo a escutar mais, conhecer melhor as pessoas pra ver se fazem parte das que gostam de me ouvir ou se devo me calar.

Envergando como…

Simplesmente Vi: Conviver é viver

Simplesmente Vi: Conviver é viver: "Conviver é algo fantástico! Cada dia a gente aprende algo e o que mais vale é perceber na gente e nos outros as particularidades, ver como ..."

Conviver é viver

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Conviver é algo fantástico! Cada dia a gente aprende algo e o que mais vale é perceber na gente e nos outros as particularidades, ver como a empatia, capacidade de ouvir, de reparar detalhes, de ver que o outro é como a gente e gostar do outro apesar de tantas diferenças e contradições.
Claro que conviver é difícil, como todo aprendizado. Por mais prazeroso que seja, tem momentos bem massantes, né?
Já sofri muito por ser meio "voada": sou capaz de passar do lado do meu marido - já aconteceu várias vezes - e por estar tão absorta em meus pensamentos, nem perceber. Ele sabe que a pessoa aqui é assim e me cutuca, me chama, entende, né? O problema são os outros! Tem gente que acha que é mitidez, afetação ou por ser mascarada mesmo.
Já foi mal interpretada por que falo pelos cotovelos: quando me sinto à vontade ou tensa em demasia perco o controle da língua e falo, falo, falo. Falo do que já vivi e vi, falo do que penso e divago sobre minhas convicções. O problema é a falta de cont…

"Vê as pingas que eu tomo e nem sabe os tombos que levo"

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Apesar de já ter vivido situações trágicas e nada agradáveis no convívio humano, algumas coisas ainda me chocam, é verdade. Continuo considerando uma das piores a incapacidade das pessoas de comemorar com o próximo as suas vitórias, de aplaudir sinceramente conquintas e ficar feliz pela felicidade do outro. Aqui, generalisando, mas sei que existem exceções, ok?
Sei que embora raros, existem aqueles que não são dominados pela inveja e despeito, que têm a elegância de não torcer o nariz quando o vizinho reforma a casa, quando a cunhada troca de carro ou quando o colega conta detalhes de sua última viagem.
Bom seria se a gente olhasse menos pra nossas próprias frustrações e conseguisse sorrir mais, se desprender do que não conseguimos e olhar pra frente, tirando proveito dos percalços pelo caminho e nos tornando pessoas melhores e menos egoístas.
Tem gente que parece ter brigado com Deus porque alguém consegue algo que ele ainda quer, mas é incapaz de imaginar a que duras penas se deu, de…

Como acabar com a insegurança?

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Ai ai! Melhor coisa do mundo é amar e se sentir amada, não é?
Claro que tem seus percalços, probleminhas durante a caminhada e tals... Estou casada há mais de 10 anos e ainda hoje passamos por aparas - que nos mantém acesos e cheios de paixão. Nos nutre e fortalece, nos faz repensar e ainda mais apaixonados ficar.
Entre altos e baixos em que o amor sempre esteve aqui e tornou-se ainda maior, um dos grandes "bafos" é a insegurança - ora minha, ora dele. Pelas mais diversas razões e superada de formas que nem sei (falando sério, tem vezes que nada é feito e ela some, e já noutras, me esforço, redobro cuidados e lá está ela na cabecinha e comportamentos dele), estamos nessa!
Sem tempo, vida corrida e agitada: trabalhando, estudando, cuidando de filhos, casa e carreira, tendo pouco tempo pra dedicarnos um ao outro (pois a agenda dele também tá lotada!). O resultado? Pulgas atrás da orelha e a maldita insegurança latente, pulsando, povoando malignamente nossos instintos e achismos…

De que depende a felicidade?

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"Felicidade não depende do que nos falta, mas do bom uso que faazemos do que temos." 
Thomas Hardy - escritor inglês