sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Gratidão



Às vezes a carga de cobranças e pressões que enfrentamos é tão demasiadamente grande, que a vida pode até parecer se tornar um fardo, um infindável arrastar de correntes, uma busca de realizações cercada pelo temor da possível frustração. A solução pode estar em ser mais leve em tudo e, valorizar as coisas mais simples do nosso cotidiano, voltar à essência, às primeiras descobertas. Deixar de lado tantos apelos para sermos como as “photoshopadas” das capas de revista, e nos sentirmos fracassadas por não termos nosso dia como nos comerciais de margarina. É preciso voltar-se mais ao Criador.

Queremos ser excelentes em tudo. E estamos certos. Mas devemos ter nosso limite. Não somos dotadas de super poderes pra querer em 24 horas realizarmos tanta coisa. É preciso priorizar. É preciso escolher a que nos dedicaremos e fazê-lo de todo o nosso coração, com qualidade e vontade de fazer.

Trabalho entre 08 e 10 horas por dia, que dependendo do trânsito se transformam em até 12 horas de dedicação. Cuido da minha família por umas 4 horas. Considerando que acordo pouco depois das 6 horas e sempre vou pra cama após 23 horas, estou dormindo menos de 7 horas por noite - isso em dias normais, quando não estou estudando algum projeto mais dispendioso. Preciso voltar a estudar inglês, que parei há cerca de cinco anos, enquanto estava grávida, e como será? Vou ter que reduzir o tempo de sono e do descanso do final de semana, porque as minhas 24 horas do dia já estão ocupadas.

E sou grata a Deus por tudo isso!

Mesmo quando as coisas não acontecem da forma como eu queria ou como planejei, eu procuro não me contaminar com a amargura e tristeza. Pois tenho motivos de sobra pra comemorar. Tenho um marido lindo, filhos maravilhosos, pais, irmãos e cunhados que são uma benção, e todos com muita saúde. Tenho amizades sólidas e verdadeiras, um trabalho desafiador, não me falta criatividade pra sorrir de coisas tão bobas, que o que eu preciso é agradecer a Deus por tudo! Mesmo!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Amigo de ocasião

Dia 20 comemoramos o Dia do Amigo e estava refletindo sobre as pessoas que passam pela nossa vida...

Amigo de ocasião ou mais diretamente, por conveniência? É. É difícil aceitar, admitir e principalmente, conviver com eles. Mas como assim? Não se espante. Nem fique muito admirado, pois talvez você também seja amigo (ou considerado por alguém) apenas por algum interesse repentino, ou mesmo durador. 

Tem gente que de cara a gente se identifica, tem traços que nos são agradáveis, com elas nos sentimos seguros, aprendemos ou simplesmente recebemos tanta energia boa que gostamos de estar perto delas, essas afinidades crescem e quando nos damos conta estamos cada vez mais próximos e laços de amizade são notáveis, inseparáveis. Passamos o máximo de tempo juntos – mesmo que isso signifique alguns minutos, e realmente gostamos dessas pessoas, se a correria do dia-a-dia nos afasta um pouco, dói, mas basta passarmos alguns minutos ao telefone ou passar um pelo outro que a cumplicidade reacende e horas ou até anos de distância são eliminados como se nunca houvessem existido, pois nos entendemos no olhar, nos respeitamos e queremos sempre o bem um do outro. São nossos amigos queridos. De verdade. 

Exatamente por estarmos o tempo todo ligadas, trabalhando estudando e precisando de apoio, não raramente nos apegamos, ou se apegam à gente, pessoas que nem tem tanta afinidade assim, que nunca visitaram nosso lar ou sequer sabem os fatos mais importantes da nossa história, mas que por força de ocasião, medo da solidão, necessidades na carreira ou sei lá o quê, tornam nossos amigos por conveniência. A gente nem gosta tanto (ou a rotina não deixou a gente perceber isso), mal se importa com seus problemas pessoais (o que é um erro, pois isso também é cuidado), ele nem sabe nosso prato favorito (porque a gente não conta, despreza conversar sobre o que não seja bem fútil ou completamente útil pra carreira), quais os nossos maiores sonhos (medo da inveja ou concorrência - puramente), o que nos irrita profundamente (porque mantemos a linha e o autocontrole o quanto for possível, pra não demonstrar fraqueza) e qual nossa principal qualidade (culpa dele ou nem mostramos?), mas está sempre perto, nos faz companhia no almoço, nos liga pra pedir conselhos, conta piadas pra melhorar o astral e nos ajuda a escolher o presente do dia das mães. 

Tá certo que isso não é ser amigo de verdade, e que, compará-los aos nossos amigos tradicionais é quase uma ofensa (será?), mas ele, o amigo de ocasião tem lá seu valor, sim senhor. A gente deve dar a essas pessoas que nos servem de suporte um lugar mais especial que de conhecidos ou parte da nossa rede de contatos. O que vocês acham? Não gosto da nomenclatura "contatos" por si só para todos os que não são tão íntimos e seletos. Muitas vezes estão tão mais perto e são responsáveis por nos colocar "pra frente" bem mais ativamente que tanta gente de mais importância no nosso roll de amigos e entes queridos. 

Eu, pra citar apenas um exemplo, tenho em alta conta um ex-colega de trabalho com quem não falo há cerca de cinco anos, e que não vejo há quase 10 anos. Absurdo! Ele foi o cara que me botou pilha pra eu parar de perder tempo na minha vida vendo novela e ficando de papo pro ar após o horário comercial e corresse pra faculdade, pra cuidar do meu futuro profissional e parar de esperar pelas boas condições, mas criá-las. Tem outro nome pra isso que não seja amigo? Acho difícil encontrar e assim o considero. Muita gente de quem eu esperava receber esse empurrão viu apenas as pedras que eu teria no caminho: "é caro estudar", "será que você vai dar conta?", "trabalhar e estudar não é fácil, vvocê vai ver?" e etc. Pena que perdemos contato e nem sei mais por onde ele anda passados tantos anos e tantas mudanças na vida profissional e pessoal, principalmente... 

Quantos amigos assim você tem, hein? 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vida em Reforma

Meu sumiço por aqui não é falta de tempo, apesar dele estar sempre escasso, nem falta do que dizer, pois os pensamentos movimentam-se intensa e freneticamente em minha cabecinha. Mas é falta de foco, de direção, de descisão. Não quero sair por aí derrubando pra todos os lados as coisas que sinto e penso, preciso pensar mais que falar, e agir também, e principalmente.

Queria (aliás, quero, pois é pra frente que se anda), mudar meu corpo e meu comportamento. Já mudei muito, só que nem toda mudança é benéfica. Meu corpo, por exemplo, após a gravidez do Samuel mudou pra pior, ganhou contornos recheados de flacidez e gordura localizada (a dieta dos pontos e 2 horas diárias de academia são meus melhores amigos no momento, planos com data: a partir de amanhã, quando tenho avaliação física, que promete ser assustadoramente reveladora).

Nossa vida e relacionamentos também mudam, e quase sempre pra pior. Lembra quando você era novo, com menos resposabilidades e podia se dar ao luxo de dormir até mais tarde ou depois do almoço? Agora o trabalho me faz acordar cedo pra não ficar "agarrada" no trânsito, dormir tarde, pois preciso cuidar da casa, curtir filhos e marido, organizar mochilas do dia seguinte e ainda perder o sono no meio da noite com idéias e soluções de problemas pra resolver. E graças a Deus que tenho trabalho! Pois se não tivesse um, não teria o que comer, nem paz pra dormir preocupada com as contas e procurando oportunidades.

E quando a gente é criança a mãe manda a gente ir dormir e adiamos esse momento ao máximo... Ah se soubessemos como esses momentos seriam raros na vida adulta...

Lembra como nossas amizades eram firmes e os momentos de conversa com nossos entes longos e adoráveis? Agora nos comunicamos mais por e-mail, twitter e facebook. Tanto que quando os revemos assustamos com as mudanças na fisionomia, com as rugas que aparecem e em como já não nos dedicam tanta atenção. E nós, nós também não priorizamos e mal temos tempo pra curtir, cuidar e ser suporte pra pessoas que nos são tão queridas.

Torço pra fazê-lo antes que seja tarde demais... Os dias, meses e anos passam tão rápido...

Qual sua prioridade? Quais seus planos pra mais tarde? Quais pessoas mais importam e o que mais importa conseguir, hein?

Cuidado! Cuidado pra fazer em demasia o que os outros acham que você precisa e deixar de lado o que você realmente quer. Cuidado pra não se emprenhar em ter, em comprar em adquirir e em realizar coisas que são passageiras (ano que vem você vai querer outras coisas novas e substituir tudo).

Tempo não volta atrás e o que fazemos hoje molda nosso futuro. Deixar os amigos e família em segundo, terceiro ou plano nenhum pode te fazer acabar solitário e doente. Doente de saudade, de arrependimento e de tristeza. O que nos preenche e faz rir são os momentos que temos com pessoas que nos são importantes.

Saia da rotina!

Encaixe na agenda passeios com seus filhos e brinque de tudo um pouco: bola, bicicleta, papagaio, pique-esconde e etc, faça visitas sem agendamento a tias e tios que há muito tempo não vê, pegue o telefone e ligue pra aqueles amigos que você não encontrar e marque uma viagem, uma pizza ou mesmo uma caminhada no final da tarde.

Recuperar o tempo perdido é bobagem, e foi mesmo necessário essa correria toda: trabalho, faculdade, casa e etc. Mas agora chega de correria. Comece hoje a ter tempo aproveitado com qualidade e acumule momentos maravilhosos e eternos. A gente merece ser ainda mais feliz! 

Eu estou em reforma: corpo, atenção a relacionamentos e vida mudando de foco e de direção. E sabe o mais importante? Deus está me ajudando nisso!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

PACIENCIA

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.
 

Ela disse:

Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?

Mas, outra vez Melissa pediu:
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:
- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa.
Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.
Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?

Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!

Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Flexibilidade do Bambú


Conhecer a si mesmo é, se não a maior, uma das maiores riquezas. Eu não me conheço tanto quanto deveria ou tão profundamente quanto quero. Estou buscando.

Sei que falo demais, às vezes (muitas) sem pensar e na hora errada. Acabo dando bom dia pra cavalo. Eu penso alto e rápido demais, diz o Augusto Cury que é a tal Síndrome do Pensamento Acelerado. Não consigo parar de pensar, tenho dificuldade de organizar meus pensamentos pra passar ao meu interlocutor exatamente o que eu quero que ela entenda. Eu engulo palavras e falo muito rápido, deixando perder o sentido coisas que queria mais pessoalidade. É difícil me conter... Até dirigindo, rrrsssss.

Mudar, adaptar. Ser flexível. Tem gente que adora meu jeito falante (ainda bem!), mas tem aqueles que acham que é afetação, vontade de aparecer e etc. Pra viver bem com os diversos tipos de pessoas, estou aprendendo a escutar mais, conhecer melhor as pessoas pra ver se fazem parte das que gostam de me ouvir ou se devo me calar.

Envergando como bambu...

Sou leal e verdadeira. Ah! Isso é algo que eu deveria ser menos. Não sei fingir contentamento, dar sorrisos amarelos e puxar saco de quem não me agrada. Se é grosso comigo, provavelmente, não serei muito doce. Falo direto e reto, sem grosseira, mas claramente. E se não suporto uma pessoa procuro conhecê-la melhor, pra ver se cai o preconceito ou se é mesmo impossível. Se nada muda o que faço é conviver o menor tempo possível, conversar o estritamente necessário - não adianta forçar, vou acabar sendo indelicada e reagir negativamente se "o santo não bater" (e isso é coisa mais rara do mundo, me dou bem demais com "geral"). 

De novo entra a flexibilidade.

Mesmo não agradando muito, procuro achar alguma utilidade (ou necessidade) no convívio e vou aprendendo a ser gentil (apesar de a recíproca não ser verdadeira), e a rir junto (sem achar muita graça e sem parecer cínica).

Não gosto de segredos e me causa arrepios ver alguém cochichando perto, como se eu fosse o alvo do burburinho. Se quer falar e eu não posso saber sai de perto, por favor! Minha curiosidade aguça, meus sentidos se potencializam. Ainda mais quando acontece lá em casa, quando minha irmã e mãe estão cochichando tenho vontade de quebrar alguma coisa (ou alguém, né?).

Sabe, a envergadura de um bambu é ainda mais necessária com os de casa. Porque a intimidade é dureza! A gente fala o que quer, escuta o que não quer, fere e se machuca. Daí há pouco tudo volta às boas, mas fica lá restinho de mágoa, palavras mal ditas que martelam e voltam à tona na próxima discussão, ou simplesmente, ficar remoendo.

A verdade é que gente não muda as pessoas, a gente se muda, a gente se enverga, se torna muito flexível e forte pra resistir e continuar firme em quaisquer situações. Não importa se a pessoa não gosta de você porque fala muito ou é calada demais, não importa se o outro é falso e dissimulado e você verdadeiro, não importa se fofocam a seu respeito e te incomodam. Importa o que você sente e a forma como reage a esses sentimentos todos.

Não brigue pra mudar o outro, não fique alterado desperdiçando energia com quem não quer conselhos. Controle-se pra não deixar que o outro altere seu humor ou atrapalhe seus planos.

Vou seguindo certa de que estou cada dia mais flexível, cada dia mais focada na minha felicidade e realização. E o caminho é o mais interessante.

Simplesmente Vi: Conviver é viver

Simplesmente Vi: Conviver é viver: "Conviver é algo fantástico! Cada dia a gente aprende algo e o que mais vale é perceber na gente e nos outros as particularidades, ver como ..."

terça-feira, 17 de maio de 2011

Conviver é viver


Conviver é algo fantástico! Cada dia a gente aprende algo e o que mais vale é perceber na gente e nos outros as particularidades, ver como a empatia, capacidade de ouvir, de reparar detalhes, de ver que o outro é como a gente e gostar do outro apesar de tantas diferenças e contradições.

Claro que conviver é difícil, como todo aprendizado. Por mais prazeroso que seja, tem momentos bem massantes, né?

Já sofri muito por ser meio "voada": sou capaz de passar do lado do meu marido - já aconteceu várias vezes - e por estar tão absorta em meus pensamentos, nem perceber. Ele sabe que a pessoa aqui é assim e me cutuca, me chama, entende, né? O problema são os outros! Tem gente que acha que é mitidez, afetação ou por ser mascarada mesmo.

Já foi mal interpretada por que falo pelos cotovelos: quando me sinto à vontade ou tensa em demasia perco o controle da língua e falo, falo, falo. Falo do que já vivi e vi, falo do que penso e divago sobre minhas convicções. O problema é a falta de controle. Eu preciso (e estou me educando, hein?) aprender a falar na hora de falar. Sabe o que é mais engraçado? Nesse exercício diário e árduo de frear minha boca grande tem gente que sente falta do meu falatório e fica me dando espaço, me chamando pra falar, pra cantar e contar meus "causos" dizendo que eu tô muito calada. Ué? Mas não incomoda meu falatório? Vai entender...

Sei que gosto de gente e de estar no meio de gente. Seja virtual, real, novo, antigo ou passageiro o relacionamento com pessoas de gostos e comportamentos tão opostos me fascina e instiga. E isso dá assunto pra mais de metro...rrrssss

terça-feira, 10 de maio de 2011

"Vê as pingas que eu tomo e nem sabe os tombos que levo"


Apesar de já ter vivido situações trágicas e nada agradáveis no convívio humano, algumas coisas ainda me chocam, é verdade. Continuo considerando uma das piores a incapacidade das pessoas de comemorar com o próximo as suas vitórias, de aplaudir sinceramente conquintas e ficar feliz pela felicidade do outro. Aqui, generalisando, mas sei que existem exceções, ok?

Sei que embora raros, existem aqueles que não são dominados pela inveja e despeito, que têm a elegância de não torcer o nariz quando o vizinho reforma a casa, quando a cunhada troca de carro ou quando o colega conta detalhes de sua última viagem.

Bom seria se a gente olhasse menos pra nossas próprias frustrações e conseguisse sorrir mais, se desprender do que não conseguimos e olhar pra frente, tirando proveito dos percalços pelo caminho e nos tornando pessoas melhores e menos egoístas.

Tem gente que parece ter brigado com Deus porque alguém consegue algo que ele ainda quer, mas é incapaz de imaginar a que duras penas se deu, de quanto teve de abrir mão, de quanto teve de poupar em prol desse objetivo, de quantas roupas novas deixou de comprar, de quantas noites mal dormidas acumulou e etc, etc...

Chego a me emocionar quando vejo meus amigos e entes queridos realizando seus sonhos, adquirindo bens e tendo ascenção profissional, e o meu desejo é que outras pessoas também se alegrem com minhas realizações. Pena que não acontece... "Vêm as pingas que eu tomo e nem sabem os tombos que levo..." Entende?

Estou a cada dia aprendendo mais a me conter, ficar calada quanto aos meus sonhos e planos pra realizá-los. Aliás, ficar calada de forma geral, pois é muito fácil ser mal interpretada. "Quem fala muito da bom dia a cavalo" não é mesmo? E eu falo demais! Mas agora, de amenindades, generalidades...

E torcendo muito pra que mais gente consiga se realizar e ficar contente com a realização dos outros.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Como acabar com a insegurança?


Ai ai! Melhor coisa do mundo é amar e se sentir amada, não é?

Claro que tem seus percalços, probleminhas durante a caminhada e tals... Estou casada há mais de 10 anos e ainda hoje passamos por aparas - que nos mantém acesos e cheios de paixão. Nos nutre e fortalece, nos faz repensar e ainda mais apaixonados ficar.

Entre altos e baixos em que o amor sempre esteve aqui e tornou-se ainda maior, um dos grandes "bafos" é a insegurança - ora minha, ora dele. Pelas mais diversas razões e superada de formas que nem sei (falando sério, tem vezes que nada é feito e ela some, e já noutras, me esforço, redobro cuidados e lá está ela na cabecinha e comportamentos dele), estamos nessa!

Sem tempo, vida corrida e agitada: trabalhando, estudando, cuidando de filhos, casa e carreira, tendo pouco tempo pra dedicarnos um ao outro (pois a agenda dele também tá lotada!). O resultado? Pulgas atrás da orelha e a maldita insegurança latente, pulsando, povoando malignamente nossos instintos e achismos, fazendo curtir menos os momentos que temos junto, já que são gastos com interrogatórios e parcelas exponenciais de dúvida.

Coisa chata! Mas compreensível, já que quando é com a gente parece que o mundo (ao menos o nosso) vai desabar.

Preciso acabar com essa insegurança!

Torná-lo seguro, menos ciumento (que não importa perto de quem eu esteja é ele o meu alvo, não importa onde eu esteja, sou unicamente dele. Não me sinto nem um pouco atraída por ninguém, só penso nele) e sem dúvidas do meu amor, desejo, paixão, dedicação, admiração (meu homem é lindo, !)  e exclusividade (sempre!).

Mas é difícil, apesar de parecer óbvio. É trabalhoso fazê-lo ver que apesar da correria e falta de tempo, minha ausência e cansaço nada tem de falta de interesse por ele - que o que sentia, sinto ainda mais, que não penso em deixá-lo, nem o meu amor diminuiu, apenas estou sem tempo pra demonstrar de formas que outrora o fiz, pois minhas energias nesse momento decisivo da vida estão focadas  nesse projeto (que também é importante pra ele e toda família). Não! Ele não está em segundo plano! Ele é um dos motivos desse projeto!

Uma luz por favor!!! Preciso mostrar que estou aqui, mesmo quando nem estou. Que meu coração pulsa e meu sangue ferve por ele. Que nos intervalos faço mil planos e que ele - fruto do meu amor e homem da minha vida - está incluído em todos, que fazê-lo feliz é o maior dos planos. 

Preciso de mais força! Física e emocianal, viu? Pra não apagar de repente e nem conseguir esperar sua chegada. Pra não ficar irada quando percebo uma desconfiança. 

Preciso de você aqui, meu amor! Comigo, sem receios ou resgardos, inteiro e cheio de amor pra dar (também tô carente!). Do jeito que a gente gosta e quer! Do jeito que nosso amor foi moldado, sobreviveu a tantos vendavais e persiste - grande, inabalável e  muito lindo.

Te amo muito e demais da conta!

Alguma dica aí de como surpreender meu gato? Please! Help-me!

PS: Já entendi! O problema não sou eu, era do momento baixo astral dele. E passou, graças a Deus! Agora ele tá cheio de auto confiança. Valida ainda mais aquele pensamento sobre ter de estar bem consigo mesmo pra ficar bem com os outros, né?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

De que depende a felicidade?


"Felicidade não depende do que nos falta,

mas do bom uso que faazemos do que temos." 


Thomas Hardy - escritor inglês