Conviver é viver


Conviver é algo fantástico! Cada dia a gente aprende algo e o que mais vale é perceber na gente e nos outros as particularidades, ver como a empatia, capacidade de ouvir, de reparar detalhes, de ver que o outro é como a gente e gostar do outro apesar de tantas diferenças e contradições.

Claro que conviver é difícil, como todo aprendizado. Por mais prazeroso que seja, tem momentos bem massantes, né?

Já sofri muito por ser meio "voada": sou capaz de passar do lado do meu marido - já aconteceu várias vezes - e por estar tão absorta em meus pensamentos, nem perceber. Ele sabe que a pessoa aqui é assim e me cutuca, me chama, entende, né? O problema são os outros! Tem gente que acha que é mitidez, afetação ou por ser mascarada mesmo.

Já foi mal interpretada por que falo pelos cotovelos: quando me sinto à vontade ou tensa em demasia perco o controle da língua e falo, falo, falo. Falo do que já vivi e vi, falo do que penso e divago sobre minhas convicções. O problema é a falta de controle. Eu preciso (e estou me educando, hein?) aprender a falar na hora de falar. Sabe o que é mais engraçado? Nesse exercício diário e árduo de frear minha boca grande tem gente que sente falta do meu falatório e fica me dando espaço, me chamando pra falar, pra cantar e contar meus "causos" dizendo que eu tô muito calada. Ué? Mas não incomoda meu falatório? Vai entender...

Sei que gosto de gente e de estar no meio de gente. Seja virtual, real, novo, antigo ou passageiro o relacionamento com pessoas de gostos e comportamentos tão opostos me fascina e instiga. E isso dá assunto pra mais de metro...rrrssss

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