quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Páre com os rótulos


A coisa mais maléfica a viver intensa e livremente é a nossa mania de querer rotular e conseguir entender tudo o que nos acontece. E ainda pior, querer prever, planejar, decidir pelo que ainda nem está diante dos nossos olhos, querer saber o que tem no futuro. Temos a idiota mania de ficar buscando respostas lógicas para coisas que sentimos e queremos. E isso é uma bobagem. Perde-se tempo, vai-se a essência, a pureza e a intensidade do que se sente enquanto se apela para a razão.

Melhor é curtir o caminhar, saborear tudo. Pare de ficar perguntando aos outros e a si mesmo: o que é, porque é, onde é que vai dar e de ficar planejando tudo. Apenas vá, seja você e sinta, não invente meios de estragar tudo. Apenas faça sempre o melhor que puder e segundo sua vontade. Pare de ficar falando demais, causando confusão nos outros e em si. Seja mais ação que falação, que análise, que dúvida.

Algumas coisas não tem mesmo explicação, outras se você conseguir explicar perderão o sentido e muitas, eu diria que, a maioria das realmente boas, acontece sem o menor planejamento, de repente. Só deixe rolar... O que é definido demais se torna limitado. E o que tem limite acaba fácil.

Se jogue mais na vida e nas oportunidades que se apresentam sem preconceitos e sem ficar olhando para trás ou tentando adivinhar o futuro. O que importa é o presente, e é esse o seu momento. Aproveite!

Pra pensar (autor desconhecido):


“Se você ama pela beleza, não é amor, é atração.
Se você ama pela inteligência, não é amor, é admiração.
Se você ama pelo dinheiro, não é amor, é interesse.
Agora se você ama sem motivo, é amor, pois uma amor verdadeiro não tem explicação.”



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